Enquanto o mundo discute segurança energética, redução de custos operacionais e aumento da eficiência na indústria pesada, uma empresa do Estado de Minas Gerais será uma das representantes brasileiras em um dos principais eventos internacionais dos setores de petróleo, gás e energia do Oriente Médio.
Com sede em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a Powepoxi vai participar da Oman Petroleum & Energy Show, feira internacional que acontece entre os dias 18 e 20 de maio, em Muscat, capital de Omã. O evento vai reunir os maiores engenheiros e executivos da indústria energética do mundo. Mais de 25 países serão representados.
A feira é considerada uma das principais vitrines globais de tecnologia para os setores de óleo, gás, offshore, petroquímica e infraestrutura industrial. Este é o momento estratégico para o mercado global, que busca soluções capazes de aumentar a vida útil de equipamentos, reduzir paradas operacionais e evitar perdas bilionárias causadas por corrosão e desgaste industrial.
A empresa mineira levará ao evento tecnologias desenvolvidas no Brasil voltadas à recuperação e proteção de estruturas industriais submetidas a ambientes extremos, como refinarias, plataformas offshore, mineradoras, dutos e plantas petroquímicas.
Entre os destaques da Powepoxi estão sistemas de reparos industriais desenvolvidos com compósitos epóxi reforçados com cerâmica e metal. Eles recuperaram superfícies metálicas degradadas sem necessidade de substituições complexas ou longas paralisações operacionais.
Outro diferencial que será apresentado durante a feira é a tecnologia chamada Active Direct Adhesion (ADA), desenvolvida para permitir reparos diretamente sobre superfícies contaminadas. Esta é capaz de reduzir etapas de preparação e diminuir o tempo de parada de equipamentos industriais — um dos principais desafios econômicos da indústria energética mundial.
De acordo com o CEO da empresa, Thomas Fink, a solução tecnológica foi criada para operações críticas em ambientes severos, especialmente em refinarias, plataformas offshore e sistemas de processamento contínuo, onde falhas estruturais podem gerar prejuízos milionários e impactos operacionais relevantes.
A participação acontece por meio da divisão internacional da empresa, a Maxepoxy, que estará presente no estande 5300 ao lado da distribuidora TECS International, responsável pela atuação da marca em Omã.
“Nos últimos anos, a busca por tecnologias ligadas à integridade estrutural e à proteção anticorrosiva ganhou força em razão do envelhecimento de ativos industriais em diversos países, principalmente nos setores de petróleo, energia e mineração”, destacou Fink.
Invisível para grande parte da população, a corrosão é hoje um dos problemas mais caros da infraestrutura mundial. Estimativas da Association for Materials Protection and Performance (AMPP) indicam que o fenômeno causa perdas superiores a US$ 2,5 trilhões anuais — impacto equivalente a cerca de 3% do PIB mundial.
O problema afeta diretamente setores estratégicos como:
- petróleo;
- gás;
- mineração;
- energia;
- logística e infraestrutura industrial.
Sobre a Powerpoxi
Fundada em Minas Gerais, a Powerpoxi atua no desenvolvimento de revestimentos industriais de alta performance voltados à manutenção corretiva, preventiva e preditiva. A empresa possui fábrica em Nova Lima e mantém operações e distribuidores em países como Estados Unidos, Omã, Índia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Gana, Malásia e México.
A presença da empresa mineira na OPES 2026 ocorre em um momento estratégico de expansão internacional da indústria brasileira de tecnologia aplicada à manutenção industrial e integridade de ativos.
Por Assessoria de Imprensa

















